Um relatório feito pela ONG norte-americana National Labor Committee aponta que uma fornecedora chinesa da Microsoft estaria usando mão de obra de adolescentes em regime de semiescravidão.
O documento acusa a fábrica Kye de restringir a liberdade de movimento --trabalhadores só podiam deixar o local em horários regulados pela empresa. Um dos adolescentes citados pela ONG chegou a dizer que eles eram "como prisioneiros". "Não temos vida. Não trabalhamos para viver. Temos somente trabalho".
Publicado na terça-feira (13), o documento é fruto de uma investigação de três anos sobre a fábrica da Kye, em Dongguan, na China, e vem ilustrado com fotos mostrando as condições de trabalho em uma delas, há jovens exaustos dormindo durante uma pausa de trabalho.
Ao menos 14 trabalhadores foram encontrados compartilhando um dormitório que a ONG classifica como "primitivo" e "imundo", dormindo em beliches estreitos.
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O documento acusa a fábrica Kye de restringir a liberdade de movimento --trabalhadores só podiam deixar o local em horários regulados pela empresa. Um dos adolescentes citados pela ONG chegou a dizer que eles eram "como prisioneiros". "Não temos vida. Não trabalhamos para viver. Temos somente trabalho".
Publicado na terça-feira (13), o documento é fruto de uma investigação de três anos sobre a fábrica da Kye, em Dongguan, na China, e vem ilustrado com fotos mostrando as condições de trabalho em uma delas, há jovens exaustos dormindo durante uma pausa de trabalho.
Ao menos 14 trabalhadores foram encontrados compartilhando um dormitório que a ONG classifica como "primitivo" e "imundo", dormindo em beliches estreitos.
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